Os ricos portugueses são desprezíveis e devem ser desprezados

Os ricos portugueses são desprezíveis e devem ser desprezados

Há 30 anos atrás, uma criança de 14 anos do sexo feminino, filha do dono da casa, está sentada à mesa da sala. Verificando não ter uma cadeira ao seu redor, vira-se para um dos empregados do pai, um motorista, já sentado, que fora também convidado para almoçar e ordena-lhe de forma agressiva que vá buscar uma cadeira.

Mais tarde, ao ser repreendida por outra pessoa da família presente no almoço que lhe disse que o empregado não era criado dela, mas sim do pai, e que as obrigações dele enquanto empregado não incluíam ir buscar cadeiras em almoços de confraternização; a jovem de 14 anos respondeu que * “ele trabalha para o meu pai, faz o que eu quero”.

Há 30 anos isto foi ainda mais notável porque a família desta jovem, apesar de ter algum dinheiro estava longe de ser ou poder ser equiparada a um padrão sequer de rico “médio-baixo”.

Há 30 anos, colocada numa posição social em que tivesse que interagir com pessoas mesmo ricas, os ricos iriam desprezar e hostilizar a família desta jovem.

Insuficiente pedigree.

SERVILISMO - PÉS

Os portugueses são ensinados desde a infância a serem cortesãos e a procurarem padrinhos que mais tarde, ou lhes orientem a vida, ou orientem a vida dos filhos. Umas das consequências é este padrão de comportamento disseminado na sociedade vingar.

O véu diáfano da corrupção que não aparenta sê-lo.

Esta escala hierárquica e social da busca de padrinhos proporciona aos ricos portugueses a disseminação dos seus vírus sobre a restante população.

E o vírus é esta atitude hostil e suja perante todos os outros.

Os ricos tem desdém, desprezo e aversão por quem não pertence ao seu circulo “interno”.

Os ricos, incompetentes como seres humanos, descaindo perigosamente para a psicopatia no seu comportamento geral, acreditam que a sua riqueza e os privilégios que desfrutam apenas existem porque são dotados de qualidades superiores que geram esses mesmos privilégios.

Torna-se necessário dizer que não.

São inexistentes quaisquer qualidades superiores que justifiquem esta maneira de pensar dos muito ricos.

Em privado, os ricos portugueses são geralmente grandes filhos da puta para usar um termo coloquial vernáculo com o qual qualquer cidadão se consegue relacionar e perceber.

Em publico, os ricos portugueses são definidos pelo que o marketing e a publicidade deles faz e deles apresenta a imagem. Falsa, assente na sofisticação manufacturada artificial  e impregnada duma aura de superioridade que é inexistente.

Verdadeiramente são seres menores dotados de complexo de inferioridade que sublimam na apresentação duma imagem de superioridade, falsa e ensaiada.

Os ricos portugueses, quase todos, adquiriram as suas posses materiais e o poder que dai advém por herança ou transmissão entre clusters de famílias endogámicas. (Uma possível explicação para as patologias dos muito ricos…)

Acham que as posses materiais e o poder que tem existe porque são melhores que todos os outros.

Esta mentalidade “pseudo uber” dos pobrezinhos de espírito abastados é um vírus, e como todos os vírus tem a tendência a disseminar-se pelo resto da sociedade.

É necessário reconhecer que se combatemos os vírus da gripe e da peste bubônica, da tuberculose e da sida, também devemos combater os vírus dos ricos.

Moralmente é necessário. Éticamente idem. Com a salubridade e a higiene não se brinca.

Depredadores do universo, e porque tudo falta a quem devasta ,agora esquadrinham terra e mar; ávidos se é opulento o inimigo, sobranceiros se pobre, nem o oriente nem o Ocidente os podem saciar; são os únicos a desejar com igual paixão riquezas e poder. Pilhar , trucidar, roubar tomam eles com o falso nome de governo e chamam paz à solidão que criam.

Tácito agrícola.

 

O suposto “refinamento” dos ricos portugueses constituem uma camada de verniz brilhante, embora rançoso e defeituoso após mais demorada inspecção.

A razão porque é que apresentam este verniz deve-se ao facto de o trabalho sujo ser feito por outros, geralmente cortesãos que funcionam como tampão higiénico.

As “boas maneiras“ dos ricos e a superficialidade cheia de bonomia, são apenas possíveis porque outros – entre os quais o Estado que foi capturado pelos interesses afectos aos ricos – fazem trabalho sujo e reorientam conflitos para longe das vistas.

Os ricos portugueses, culturalmente e intelectualmente são abaixo de medíocre, e vivem na mais completa falência moral e intelectual. Mercadores de mercados monopolistas que compram, adquirem e vendem cortesãos e poder político para manter o status quo, não precisam fazer qualquer esforço extra para evoluir, apenas corrompem.

Entre varias das patologias dos ricos portugueses contam-se a obsessão pelo status social, pelo “reconhecimento” e pelas tentativas de impor deferência à força sobre a população.

Mercadores de mentalidade, são naturalmente obcecados por marcas comerciais. O iate de 22 metros ou a ilha tropical, a comida gourmet, as roupas de marca (toda a roupa tem marca, mas enfim…) as jóias de design exclusivo, (por oposição a design inclusivo…?!?) ou férias em locais exóticos são outras das taras.

Pobres de espírito, estes ridículos mercadores que promovem o mal na sociedade como valor sagrado, simbolizam o culto hedonista de si mesmos como o ultimo objectivo.

Quando falam, num discurso ininteligível a maior parte da vezes, pontuado por abcessos de arrogância e má educação fazem-no apenas acerca de dinheiro.

O dinheiro que já fizeram, o que farão, o que estão a fazer nas empresas e negócios que tem.

Completamente adversos ao resto da sociedade, completamente não integrados no resto do pais, hostis às restantes pessoas são um problema que – enquanto sociedade – teremos que lidar, se quisermos sobreviver.

* As elites e os filhos da elites, os oligarcas e demais excrescências tratam os que trabalham para eles com uma total falta de empatia. Permitem que as suas crianças – fedelhos de 10 ou11 anos – tratem como bagagem os empregados que trabalham para os pais.

Cultivam a falta de empatia por aqueles que não são ricos.

Hedonistas egocêntricos, mesmo entre eles a amizade é impossível. Chacais no comportamento, a amizade é definida por “o que é que eu posso ganhar com isso”?

Condicionados desde a infância ao culto do hedonismo tem uma visão dual do mundo: as outras pessoas ou são ricos como eles ou são apenas os empregados subservientes/lacaios de estirpe cortesã.

Pouco importa se afirmam ser progressistas ou simpatizantes dos pobres e da classe média.

“I couldn't forgive him or like him, but I saw that what he had done was, to him, entirely justified. It was all very careless and confused. They were careless people, Tom and Daisy - they smashed up things and creatures and then retreated back into their money or their vast carelessness, or whatever it was that kept them together, and let other people clean up the mess they had made...” ― F. Scott Fitzgerald, The Great Gatsby

“I couldn’t forgive him or like him, but I saw that what he had done was, to him, entirely justified. It was all very careless and confused. They were careless people, Tom and Daisy – they smashed up things and creatures and then retreated back into their money or their vast carelessness, or whatever it was that kept them together, and let other people clean up the mess they had made…”
― F. Scott Fitzgerald, The Great Gatsby

Torna-se necessário saber de onde se vem e nunca se esquecer isso. É necessário ter uma aguda consciência de classe  não no sentido político do termo, mas no sentido pessoal.

Quem tem aguda consciência de classe é poderoso.

A irmandade de Némesis sabe de onde vem, não esquece isso e é poderosa.

Anúncios

O adversário estratégico é a patologia dos ricos, das elites de poder e dos lacaios associados

“The strategic adversary is fascism… the fascism in us all, in our heads and in our everyday behavior, the fascism that causes us to love power, to desire the very thing that dominates and exploits us.” –  Michel Foucault

SERVILISMO - PÉSUm dos problemas da população consiste na recusa em entender que as pessoas que são ricas, que são poderosas, as elites de poder, os seus lacaios e demais invertebrados que as servem estão contaminadas com uma patologia perigosa e que não se resolve com os tratamentos habituais.

A população recusa entender que existem patologias nestas “sub-espécies”  de pessoas por várias razões.

Uma consiste no facto de, regra geral, o cidadão comum agir de boa fé e nunca apreende o mundo em toda a plenitude da maldade que nele existe. O mundo, para o cidadão, é inerentemente bom e justo.

Quando se lida com as patologias da elite de poder isto é uma desvantagem estratégica e táctica absolutamente letal para quem falha em reconhecer isto, precisamente porque olha para estas pessoas como se elas fossem justas e sérias.

Condescende-se.

Outra consiste na saturação que é promovida através dos meios de comunicação social, elevando ao semi estatuto de deuses, figuras imbecis da elite de poder, milionários e demais aproximações que gravitam à volta dela.

Glorifica-se a quantidade de dinheiro que alguém tem, visando intensificar a suposta “autoridade moral” que essa pessoa ou pessoas terá para mandar na sociedade.

A quantidade de dinheiro deve ser recusada como benchmark do contrato social.

Existem terapias e soluções para obviar a esta saturação imbecil, mas por si só não chegam para conseguir apagar de forma imediata um legado de décadas de bombardeamento de imagens culturais destinadas a amenizar e adocicar a imagem dos muito ricos e poderosos e dos crimes que estes cometem e que incitam outros a cometer.

São poderosas terapias, com resultados práticos visíveis, mas demoram tempo.

O Enclave é eterno.

A população, por auto convicções próprias derivadas do seu desconhecimento interiorizado de que a elite de poder é reles e suja, e porque tem aceite como boa a informação passada pelos lacaios da comunicação social  de que “aquelas pessoas” são de confiança, tem-se traído a si mesma, tem-se auto corrompido, tem destruído a sua própria integridade e sentido de si e dos seus descendentes.

Como interiormente, na psique colectiva, a generalidade da população não apreende ou recusa apreender que os ricos, os poderosos, a elite de poder é uma sub espécie  organizada de forma oligárquica, moralmente corrupta, sem quaisquer princípios éticos ou de honra torna-se necessário tomar medidas para forçar o reconhecimento colectivo de que estas pessoas são mesmo assim e que estamos todos em grande perigo se fecharmos os olhos.

“There are plenty of ugly things about wealth and its possessors in the present age, and I suppose there have been in all ages. There are many rich people who so utterly lack patriotism, or show such sordid and selfish traits of character, or lead such mean and vacuous lives, that all right-minded men must look upon them with angry contempt… ~Theodore Roosevelt

“There are plenty of ugly things about wealth and its possessors in the present age, and I suppose there have been in all ages. There are many rich people who so utterly lack patriotism, or show such sordid and selfish traits of character, or lead such mean and vacuous lives, that all right-minded men must look upon them with angry contempt…
~Theodore Roosevelt

Evitando fechar os olhos deve-se trabalhar para rebentar a ilusão que é vendida como verdade. E a ilusão consiste em afirmar que se um pobre/classe media/media-alta  trabalhar muito e portar-se bem irá ficar rico como os ricos e pertencer à elite de poder.

Estudar muito, e ” ascender socialmente” via esforço individual é – na época actual – a maior patranha que os ricos, a elite de poder e os seus apaniguados promovem como sendo a solução para o pobre ou quem não pertence à elite de poder chegar a ” lugares”.

Uma falsa cultura de mérito é vendida como boa e como exemplo.

Isto é feito num sistema já pré armadilhado para fazer perder quem joga este jogo.

Acaso se aceite jogar este jogo ou acaso se desconheçam os contornos do que se passa, mal se chega ao final do jogo ser-se-á imediatamente alvo de propostas de corrupção visando aceitar-se ficar dentro do sistema mas apenas e só sendo corrupto, embora os resultados concretos para quem aceita isto deixem sempre muito a desejar.

O Enclave recusa jogar este jogo viciado.

Isto não é (e nunca foi) um problema de educação de elite ou de massas feita para as elites ou para as massas, isto é um problema de ganancia e poder.

Os “ricos”, supostamente as pessoas mais bem preparadas da sociedade portuguesa, tem sido aquelas que tem destruído mais valor social e económico nos últimos anos e antes dos últimos anos.

Pertencem todas à elite de poder.

São as mais bem preparadas em destruir.

TURN THE TABLEJá a geração mais nova, apelidada de “a geração mais bem preparada de sempre” tem sido a que mais falha, mais desiste, mais emigra, mais é expulsa ou se auto expulsa do sistema e do pais, do mercado de trabalho, da sociedade, precisamente porque falha em reconhecer que “não é a mais bem preparada de sempre”.

É a mais bem preparada de sempre para falhar.

A elite de poder contaminou-a com Hubris.

Num jogo viciado, os que não pertencem à elite de poder, deveriam voltar o tabuleiro de jogo.

Em vez disso, como patetas condescendentes que são, percebem ou sentem que estão a ser manipulados mas continuam a aceitar jogar um jogo viciado que no final lhes trará zero de resultados e um definhamento pessoal, social e económico lento.

São opções.

O enclave e a Irmandade de Némesis recusam essas opções.

Recusamos um jogo social corrupto com vencedores pré programados.

ANUNCIO DE EMPREGO - GERACAO MAIS BEM PREPARADA 2014-11-21

Enquanto os membros da “geração mais bem preparada de sempre” são preparados para serem os membros da “geração mais bem prejudicada de sempre”, * a  elite de poder subsidia de forma marxista-socialista-comunista os seus rebentos imbecis, que são medíocres, e promove-os constantemente dentro de um sistema já pré viciado e com resultados já pré definidos. Este combate de boxe social e económico já tem vencedores  pré anunciados e pré programados.

(isto dura até aos próximos membros da próxima geração passarem a ter esse titulo de honra e gosto duvidoso. As maquinas de moer carne humana e destruir gerações de portugueses estão sempre em funcionamento…nelas o desemprego é inexistente…)

Nas escolas de elite, os tipos ricos e milionários que as frequentam, tem excelente educação e aprendem anos a fio a arte de governar e como mandar socialmente.

Isto é uma forma habilidosa de criar acção afirmativa para os ricos e poderosos, de criar quotas para géneros, de fazer discriminação em favor de quem já está numa posição em que por si só já tem dinheiro e poder para se conseguir discriminar sozinho sem ajudas exteriores.

Esta discriminação a favor dos interesses dos rebentos endogâmicos da elite de poder e da salvaguarda do seu direito à mediocridade sem serem punidos socialmente ou profissionalmente por isso, visa criar separação social entre ” eles” e o resto da população.

Mas, e mais importante visa promover dentro das fileiras da elite de poder, a generalidade dos atrasados mentais que delas emergem, dos medíocres,  da estupidez selecta das boas famílias, que poderia estar assim salvaguardada de aparecer a chatear o resto da população, mas que, através deste expediente, é impingida ao resto da população.

A maior parte destas pessoas depois de ter sido levada ao colo ilegitimamente, vai-se dedicar aos “negócios”, mas como são medíocres e estúpidos apenas sabem destruir valor e queimar recursos e impedir terceiros oriundos das fileiras mais baixas da sociedade de ascenderem (esses sim) por mérito.

Nesta sociedade nada tem a ver com inteligência ou mérito.

ANUNCIO DE EMPREGO - ECONOMISTA MALABARISTA 2014-11-21

O jogo social é viciado da seguinte maneira.

Se fores pobre só tens uma chance (algumas vezes, não todas).

Se fores rico, pertenceres à elite de poder ou estiveres interessado em ser um lacaio  subserviente tens inúmeras chances e és sistematicamente salvo das asneiras que fazes, da mediocridade que exibes, por vezes ao longo de decénios e após isso, se necessário, mais ainda até ao infinito.

Esta forma de subverter o jogo social é particularmente sinistra e tenebrosa.

Os ricos perpetuam-se a si mesmos e perpetuam a mediocridade à custa do resto da população e com o dinheiro e o poder que adquiriram ilegitimamente armadilham o sistema e vivem à custa de toda a restante população.

Parasitas.

Esta mesma elite de poder recheada de oligarcas e kakistocratas possui e controla os meios de comunicação social e assim garantem que nenhuma critica que lhes seja feita passe para fora do circuito.

Nas escolas para elites, os membros da mesma vivem num ecossistema em que as crianças dos membros da elite de poder são educadas de forma a pensar que todos os outros as servem.

Isto é “educar” para se ter uma concepção do mundo que só irá gerar problemas e conflitos com a demais população.

Esta mentalidade faz a afirmação plena que os membros da elites de poder são diferentes porque tem muito dinheiro, logo os restantes são produtos e são dispensáveis.

Há uma indiferença gélida e uma hostilidade brutal em relação a todos os outros membros da sociedade porque o resto da população é vista como um produto.

O único contacto que esta gente tem com pessoas comuns é com aquelas pessoas que trabalham para eles.

Os jardineiros ou motoristas.

Politicamente, como estão fora de contacto com a população, podem retirar-se para santuários  onde julgam que não serão atingidos.

E o processo de autismo destas pessoas mais aumenta, precisamente por julgarem que, por fazerem retiradas a seu belo prazer e poderem voltar no futuro isso significa que não tem quaisquer tipo de restrições.

Dai à revolução violenta há uma ténue linha.