A degradação da população portuguesa – 1/3

A missão:

As elites políticas, sociais e económicas portuguesas querem degradar a população.

O que pretendem atingir:

Degradam promovendo a sistemática subversão e o enviesamento da percepção colectiva; degradam a maneira como olhamos uns para outros enquanto sociedade e enquanto indivíduos.

Como o fazem:

O canal privilegiado usado para o fazer são os meios de comunicação social.

Qual é o conteúdo:

Estes são encharcados até à exaustão com historias fabricadas e fundos de verdade misturados com omissões e mentiras. As escolhas do que se deve ou não transmitir são pré condicionadas, usando as edições de reportagens à medida dos interesses ilegítimos que são promovidos.

Quem executa o trabalho sujo:

Os executantes deste legado negativo infligido sobre a população são os courtiers de serviço aos caprichos das elites portuguesas.

2015-06-22  degradacao pop portuguesa cartaz 1(1) As quebras de normas sociais e como estas são reclassificadas pelas elites para servirem os seus propósitos.
(2) A falta de profissionalismo generalizada.
(3) A ascensão dos interesses em sentido próprio nas profissões de topo na sociedade portuguesa.

HOJE: a quebra das normas sociais.

As normas sociais, são periodicamente reclassificadas de acordo com os interesses das plutocracias dominantes.

Contudo, existe um comando comum desde tempos imemoriais originário das classes elitistas, plutocráticas e kakistokraticas portuguesas – “ degrade-se a população”.

Emite-se a “ordem não escrita” classificando todos os desvios das normas sociais como sendo sempre praticados pelas classes mais baixas. Declara-se que esses desvios são próprios e apenas atribuíveis aos membros dessas classes; “é a sua natureza” e legislam-se crimes em sintonia com estas reclassificações feitas à medida e por interesse próprio.

Esta “ordem não escrita” definindo o que são quebras de normas sociais apenas serve os objectivos da plutocracia “tuga” e visa pré condicionar de forma subconsciente o restante da sociedade.

A mensagem subliminar subjacente é simples no conteúdo e amplificada na disseminação. As classes baixas são criminosas e merecem ser castigadas; sempre desproporcionalmente. Quer as normas que quebraram sejam realmente quebras verdadeiras ou mesmo não o sendo, aplica-se a punição.

Paralelamente a esta “fatwa” pré determinista, as classes mais altas são objectificadas como sendo santas e modelos de perfeição.

A “demonstração” de que as classes sociais elitistas e plutocráticas são santas dura 5 segundos, quando se conhece alguém oriundo das classes consideradas mais altas.

Os operários da demonstração sempre pagos em géneros ou bens trabalham incessantemente ao serviço da ilegitimidade e o mapa de pessoal em comissão de serviço nesta arte suja indica-nos que os pelotões de pseudo especialistas são os aríetes do serviço por conta em prol  das elites.

Os meios de comunicação social portugueses são viveiros de “especialistas” que aparecem para nos explicar, sem que o tivéssemos solicitado, o que se passa.
Chegamos a uma época histórica em que as explicações que são dadas nunca representam a realidade mas sim, aquilo que o “dono” do especialista o autoriza a dizer e o ganho financeiro, social ou de prestigio que o “ especialista” espera vir a alcançar.

“It is difficult to get a man to understand something, when his salary depends on his not understanding it.” – Upton Sinclair.

O som paralelo ao dos “especialistas”, visando criar uma barreira sónica de confusão ideológica e sound bytes, é produzido pelas canetas de aluguer do regime, os pés de microfone pré formatados enviados pelo chefe, e os vários cães de louça considerados sagrados pelo regime e que andam espalhados por aí, a ocuparem sinecuras privadas corporativas.

Há exceções bem entendido, mas são a minoria.

Estes educadores bem falantes e mal pensantes explicam que as pessoas devem pensar em comportar-se de acordo com o padrão mental de obediência veiculado pelas elites.

Este padrão veiculado pelas elites explica-nos o que é normalidade (a falsa normalidade). É uma normalidade autocrática que afirma que as classes baixas são inferiores e tem sempre comportamentos socialmente desviantes.

Desta forma retira-se à sociedade o direito de dizer o que é ou não é um comportamento socialmente desviante e retira-se a lei baseada em legitimidade democrática da equação.

Passa a ser uma nomenclatura de plutocratas imbuídos de kakistocracia que se arrogam o direito de definir aos restantes, o que é desviante e o que não é.

(A explicação alternativa na forma, mas não no conteúdo, das seitas saudosistas monárquicas eunucas deste país sobre o mesmo tema utiliza outra expressão: “não nasceram em berço”…)

Impõe-se a pergunta. Qualquer cidadão sente-se “seguro” quando uma classe política, social, económica, ideológica profundamente hostil à população está a definir, por lei ou por intimidação de facto, o que é desviante ou não é?

kakistocracia -enclavept

Fenómenos como a criminalidade são consideradas como uma prática exclusiva  feita por membros das classes mais baixas, bem como o uso de drogas, a promiscuidade, os nascimentos fora do casamento, as taxas elevadas de divórcio, o aborto, etc.

Já as classes consideradas altas, por dinheiro ou por nascimento auto proclamado como “superior” mais os seus serviçais por conta, utilizam os seus courtiers comunicacionais para nos explicar que são santos vivos. Chama-se “Spin” favorável.

Como são santos em vida o “Spin” favorável explica-nos que nunca se divorciam nem são promíscuos fora dos círculos que frequentam.

Esta santidade faz com que não usem drogas nem vão ao estrangeiro fazer tratamentos de desintoxicação caros e discretos.

Nunca promovem nascimentos fora do casamento, nem abortos que não sejam efetivados em clínicas espanholas e inglesas, ao mesmo tempo que assumem posições públicas cá de oposição.

É por isso que um ladrão é chamado de ladrão, mas um financeiro que desvia dinheiro pratica um “crime de colarinho branco…”

É tão cómodo ser hipócrita quando se é um kakistocrata plutocrático com uma vida abastada derivada de um sistema ilegítimo que beneficia insiders…e quando os prejuízos são despejados para cima da população.

Todos estes fenómenos diferenciadores produzidos de forma artificial e apenas para benefício de uma elite corrupta, traidora e venal são instintivamente apreendidos pela generalidade da população e provocam quebras na coesão social e nos níveis de igualdade dentro desta sociedade.

A promoção da iniquidade e da desigualdade artificialmente fabricada com o objectivo de inferiorizar largos segmentos da população está a criar um temporizador.

Nos últimos 20 anos, mas em particular nos últimos 4 anos(2011-2015) a coesão social foi extraordinariamente quebrada, debaixo da influencia de ideologias importadas e defendidas por overlords internacionais que tomaram sob sua proteção as elites políticas e sociais portuguesas.

Esta dissolução da coesão social e a moldagem das regras de classificação do que são quebras de normas sociais sempre em função dos interesses da elite está a criar uma ingovernabilidade sistémica.

Os sentimentos de injustiça latente irão explodir.

As tribos políticas da esquerda e da direita convivem bem com este estado das coisas.

A Irmandade de Némesis não.

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A Legitimidade e os cortesãos que a danificam em nome dos interesses da elite de poder

” No king can be without worthy courtiers with whom he may be at his ease and behave without restraint. ” -The Nizámu’l Mulk

2014-12-12 - 4 FORMAS DE LEGITIMIDADE - 1Numa sociedade existem 4 formas de legitimidade.

Um Deus fornece a legitimidade, um Rei fornece a legitimidade, um Grupo de interesses organiza-se e fornece a legitimidade, ou os Indivíduos fornecem a legitimidade.

3 formas de legitimidade são anti democráticas. Deus, Rei, ou grupos organizados de interesses legitimam-se por oposição à democracia, como sistema de escolha que os cidadãos podem ter.

Nestas 3 formas de legitimidade antidemocrática, os cidadãos são considerados como súbditos e estão colocados numa posição de dependência e subserviência em relação à legitimidade de quem está provisoriamente a comandar os destinos da sociedade.

A 4ª forma de legitimidade é a única que é democrática. O indivíduo junta-se a outros indivíduos e organizam-se, para exercer os seus direitos de cidadania, através da delegação do seu poder enquanto cidadãos aos órgãos representativos de governo, eleitos, e aos quais é conferida legitimidade democrática.

Um dos órgãos representativos dos cidadãos é o governo entendido na sua forma abstrata. Só o governo pode defender o interesse público, existe como um mecanismo democrático que defende o interesse publico.

Se os cidadãos abdicarem da defesa do interesse público, invariavelmente serão submetidos a outras forças mais poderosas. Torna-se óbvio que essas forças mais poderosas apenas se defenderão a si próprias e que apenas defenderão os seus próprios interesses.

O indivíduo vive em sociedade somente numa democracia, o único sitio onde é considerado um cidadão. Quando um Deus, ou um Rei ou um Grupo de indivíduos organizados para defender interesses, geralmente empresariais, conseguem obter proeminência na sociedade, lentamente, com o passar dos anos, os cidadãos vem ser diminuídos os seus direitos políticos e cívicos.

Em Portugal, estamos na fase em que os direitos políticos e civis dos cidadãos estão a ser diminuídos rapidamente.

2014-12-12 -4 FORMAS DE LEGITIMIDADE - 2As forças negras que estão por detrás das “ideias de Deus” a comandar a maneira como a sociedade se deve comportar, das ideias de “um Rei” como fonte de legitimidade na sociedade, como símbolo”, juntaram-se aos “defensores das ideias de grupos organizados para defender os interesses das empresas”, para ganharem músculo, escala, peso institucional, criarem a imagem simbólica de serem a maioria, e assim conseguirem atemorizar e  manipular almas, consciências, e maximizar fluxos financeiros e de poder. Quem atemoriza, manipula e obtém benefícios financeiros ilegítimos tem falta de legitimidade democrática, e sobra-lhe legitimidade não democrática.

Corremos enormes perigos, pessoais, políticos e profissionais, se deixarmos esta aliança do Mal ganhar um “pé sólido” na sociedade, e mudar de forma definitiva a matriz do pais. Portugal tornar-se-a um sitio infecto e iníquo (mais ainda) se algum dia isto acontecer.

Este novo “movimento híbrido” de forças do mal que se escondem atrás das 3 falsas legitimidades, praticam o duplo discurso como forma de confundir e chegar à população.

 Doublespeak is language that deliberately disguises, distorts, or reverses the meaning of words. Doublespeak may take the form of euphemisms (e.g., “downsizing” for layoffs, “servicing the target” for bombing[1]), in which case it is primarily meant to make the truth sound more palatable. It may also refer to intentional ambiguity in language or to actual inversions of meaning (for example, naming a state of war “peace”). In such cases, doublespeak disguises the nature of the truth. Doublespeak is most closely associated with political language.[2][3]

Clamam por ordem, segurança, justiça, desenvolvimento, crescimento económico ao mesmo tempo que se apresentam como sendo um “projeto novo”, um modelo social alternativo, uma ” evolução do pensamento conservador da tribo da direita portuguesa. Na realidade são “tecno fascistas” modernaços que promovem um discurso “libertário” paralelamente assente no discurso da liberalização dos costumes, para assim “entrarem” no eleitorado tradicional da tribo da esquerda política.

Mas, o “novo poder”, isto é, o verdadeiro novo produto comercial – político que está a ser vendido é o da aceitação, por parte da população, da suposta legitimidade total dos grupos de interesses organizados, isto é, dos interesses das empresas privadas e associados acoplados, como sendo isso o ” futuro” e o total êxito a que devemos aspirar.

Como as empresas privadas apenas estão vocacionadas para a defesa dos seus próprios interesses e dos seus acionistas/donos, daqui resulta que qualquer defesa do bem comum, da sociedade como um todo é inexistente.

Que não haja ilusões sobre isto.

Os resultados de, enquanto cidadãos, termos aceite, por distração, comodismo ou empenho esta “venda simulada” de felicidade a granel proposta pelas forças do mal tecnocrático e autocrático é uma das explicações para os problemas que enfrentamos e para a ocupação das nossas vidas privadas e publicas pelos interesses das empresas.

Quem combate o Mal existente nos grupos de interesses organizados e que julgam e afirmam ser a legitimidade na sociedade?

A resposta é: politicamente, na política partidária, ninguém. Na suposta confrontação ideológica entre tribos, ninguém.

A tribo da direita política está na cama com estes interesses.

A tribo da esquerda política, que já desistiu há muito tempo de consistir e constituir qualquer alternativa política séria, aceita misturar-se com esta tropa híbrida tecno fascizante e profundamente reacionária cujo verniz estala quando devidamente confrontada com as políticas que defende.

Competiria à tribo da esquerda política a denuncia desta forma abjeta de organização ilegítima da sociedade mas prefere contemporizar. Uns vão para a cama com estes interesses, outros contemporizam.

Quem fica e recusa apoiar esta ilegitimidade social e política?

 In the humanist ideal, the mainstream is where interesting debate, the generating of new ideas and creativity take place. In rational society this mainstream is considered uncontrollable and is therefore made marginal. The centre ground is occupied instead by structures and courtiers. john ralston saul: "Mainstream"


In the humanist ideal, the mainstream is where interesting debate, the generating of new ideas and creativity take place. In rational society this mainstream is considered uncontrollable and is therefore made marginal. The centre ground is occupied instead by structures and courtiers.
John ralston saul: “Mainstream”

Se uns ajudam, institucionalmente e estruturalmente outros contemporizam. Os que ajudam são  recompensados com poder, influencia, dinheiro e espalham a corrupção ética na sociedade. Os que contemporizam com estes venenos ideológicos são, ou ineptos ou tentam ser corruptos como os que ajudam.

E o ” novo discurso” que emerge é o discurso do cortesão, umas vezes orientado para as prosas que são oriundas da tribo da esquerda política, outras vezes orientado para as prosas oriundas da tribo da direita política.

Estamos a ser, enquanto cidadãos, enganados pelas tribos.

O ” bacon” desta corrupção ética e de discurso/pratica é que a defesa dos interesses de grupos organizados – as empresas – é agora comum aos dois (supostos lados) lados da contenda política e tem a mesma falta de legitimidade que os interesses que defendem um deus e um rei como legitimidade constitutiva da sociedade tinham.

E nada mais isto é que a operacionalização do discurso do  courtier_/cortesão. E é neste charco de lama que encontramos os cortesãos a funcionarem.

Como se comporta o cortesão?

Grande parte dos cortesãos agita-se na comunicação social. Cheios de ressentimento, amargura, cinismo e hipocrisia debitam inúmeras palavras que visem levá-los a comer as migalhas que saem da mesas onde almoçam, jantam e defecam os que tem o verdadeiro poder. Grande parte destas criaturas estará sempre na orbita do poder, mas estará sempre aparte – os lugares à mesa para a nossa nojenta elite de poder já estão pré definidos e são apenas para associados, familiares e criaturas subservientes especialmente escolhidas que em geral andem por ali.

Como os recursos a disponibilizar são escassos, os nossos courtiers barafustam exigindo um prato à mesa, lançando as culpas para o resto da sociedade.

2014-12-12 - EDITAL ANTI CORTESAO

Isto não corresponde aos manuais sobre como ser um courtier.  A elite política portuguesa nem sequer consegue ser “competente” a formar estas ” profissões” de lacaios que atacam a legitimidade da democracia. The Nizámu’l Mulk, explica…

 ” … The courtier should be essentially honourable and of excellent character, of cheerful disposition and irreproachable in respect of his religion, discreet and a clean liver. He should be able to tell a story and repeat a narrative either humorous or grave, and he should remember news. He should also be consistently a carrier of pleasant tidings and the announcer of felicitous happenings. He should also have acquaintance of backgammon and chess, and if he can play a musical instrument and can handle a weapon, it is all the better.

The courtier also must ever be in agreement with the king. Whatever he hears the king say, he must cry “Bravo!” or “Excellent!” and let him never play the pedagogue, saying “Do this,” or “Don’t do that,” or “Why did you do that?” or “This is a thing one should not do.” Such conduct will prove disagreeable to the king and may lead to dislike. However, when questions arise of wine or amusements, or of excursions out of doors, or of convivial gatherings, or of hunting or polo-playing and the like, it is permissible for courtiers to deal with them, for they are practised in these matters. …”

Como se percebe, o “cortesão é uma figura “histórica”. Nasceu nas sociedades de tipo monárquico ou feudal. (as tais que não tinham legitimidade democrática)
O cortesão frequentava as cortes ou os locais de reunião de figuras que eram consideradas poderosas ou que eram mesmo poderosas e  estes esperavam que o cortesão passasse imenso tempo em redor deles, apaparicando-os.

O pagamento que o cortesão obtinha era o “acesso a informação” e a prestígio, existia “ascendência no mérito”; baseada em quem era melhor cortesão; melhor apaparicador.

O cortesão representava ou deveria representar uma hierarquização social própria de sociedades antigas e obsoletas no seu processo político, sociedades baseadas na legitimidade não democrática e num sistema de sociedade primitivo e primário.

Como os cortesãos são relíquias de sociedades assentes na religião e na monarquia, formas obsoletas e autocráticas de governo, se estivermos numa sociedade moderna o mais natural é que as relíquias desapareçam.

Mas como as forças negras do totalitarismo já não conseguem vender monarquia e religião com a mesma capacidade comercial do antigamente, criaram os grupos organizados para defesa dos interesses desses grupos, as empresas, e como este “sistema é também autocrático, logo, faz ressurgir os cortesãos como figuras a existirem nesta sociedade.

As versões antigas originais dos courtiers são o equivalente moderno ao atual ambiente fétido, corrupto e putrefacto que circula ao redor, por cima, e por dentro da sociedade portuguesa e aos respetivos cortesãos recauchutados .

Os jornalistas, os políticos, os assessores,  da maioria dos professores universitários, dos meios de comunicação social e as relações de sexo oral de todos eles com o poder económico. Os leitores do Enclave perdoam por ter esquecido mais categorias profissionais. 5000 mil caracteres seriam poucos.

O Enclave é anti cortesãos.

O Enclave está com os cidadãos que recusem a subserviência.

O Jornalismo português e as elites – a subserviência dos jornalistas.

JORNALISMO CORPORATIVO - ESCREVEM O QUE LHES DIZEMAs elites de poder gostam imenso do jornalismo que lhes faz favores.

As elites de poder gostam imenso de corromper jornalistas, para que estes lhes façam favores.

Os jornalistas, na sua grande maioria, gostam imenso de ser corruptos e de fazer favores.

Chegamos ao universo do jornalista courtier. Na pirâmide de poder, estes são uma classe intermédia, que, com o decorrer dos anos, se tornaram fiéis ajudantes e defensores dos interesses da elite de poder.

São os lacaios de luxo, mantidos por conta.

Esta é uma plataforma de poder e de influência onde as sobras familiares endogâmicas da elite de poder começam também a serem colocados, como “agentes seguros e de confiança”, com o “pedigree” adequado à execução das inferiores funções da manipulação e disseminação de contra informação social, política e económica, visando defender os interesses ilegítimos e ilegais das elites.

Uma aliança maléfica de interesses e busca pelo poder para, “ajudar os “seus”, afastar todos os outros, corromper os que restarem.

Esta quadrilha, como bons (no mau sentido da palavra) courtiers, suportam e incentivam a mentalidade de rebanho na população.(Sejamos justos aqui; a população também os ajuda com as suas omissões, falta de dignidade e condescendência generalizada para com o “mal” e a sua implementação na sociedade como o “padrão”…)

Os “lacaios de luxo, mantidos por conta” comportam-se sempre como um rebanho obediente e vazio de ideias que se transmuta numa matilha, quando se trata de atacar quem sentem não ter poder, dinheiro ou conhecimentos para retaliar. Ou quem já teve poder e deixou de ter, e ai, aproveita-se para fingir “ força e independência” jornalística e lava-se a face perante a população.

Quando não estão ocupados a atacar quem não se pode defender, revertem para  posição original de onde partiram: transformam-se nas claques de apoio, “ cheerleaders” dos interesses da elite de poder.

São os cães de guarda, a elite pretoriana das letras e comunicação da elite de poder; o esquadrão de propaganda. Os aparatchiks literários da disseminação da propaganda.

Gosta de ser manipulado pelo jornalismo Português?

Gosta de ser manipulado pelo jornalismo Português?

Sempre de forma acrítica e com cegueira cognitiva, sem qualquer tipo de questionamento, dizem ao que vem: o elogio da ideia do “capitalismo das grandes empresas” como sendo isso a “democracia”. Se somos todos consumidores, a democracia está assegurada, então para quê sermos cidadãos?

Os que veiculam este pensamento são os facilitadores da traição.

(Neste aspecto, em Portugal é patético, hilariante e um asco, observar a forma como os responsáveis dos assuntos de economia das principais empresas de comunicação social se esforçam por produzir um discurso que agrade aos responsáveis das grandes empresas do país, na esperança de virem a ser por estas convidados para uma sinecura corporativa privada.)

De forma autista e arrogante promovem a mitologia da democracia portuguesa consolidada e (falsamente) justa, promovem o mantra “vivemos numa democracia” com “liberdade de imprensa” quando a realidade é bem diferente e estas pessoas sabem-no.

Sabem-no e demitem-se de fazer algo, são cúmplices da traição social que estão a ajudar perpetrar e apenas vão com a maré…

(O jornalismo português apenas existe para querer agradar ao “patrão”. Como tal apoia ostensivamente dois dos partidos políticos do pais – o PSD e o CDS – e ataca todos os outros também ostensivamente. Uma clique de comissários políticos travestidos de jornalistas junta-se em matilha para defender os seus interesses pessoais e os corporizados nestes partidos e nas sombras que os apoiam e manipulam; temos a “kakistocracia” das quadrilhas de minorias totalitárias que subvertem o sistema democrático”, mas organizadas como milícias de propaganda.)

O jornalismo português apoia e defende a substituição do voto pelo dinheiro.

O jornalismo português é uma miserável peça da engrenagem que tenta ajudar a corromper mais do que já está, um sistema político que deveria ser democrático.)

O jornalismo português presta sempre deferência na forma de lisonja e lambe botismo” aos “pseudo” grandes lideres da economia, os famosos capitães da industria, da banca, dos serviços, das inaugurações de monumentos míticos feitos em palavras de jornal, rádio, televisão aos próprios.

(Os crimes económicos destas pessoas passam impunes e são lavados pelas maquinas de propaganda da comunicação social portuguesa. Estas pessoas e as suas empresas recusam pagar impostos em Portugal, apesar de obterem enormes rendimentos aqui, estas pessoas hostilizam todas as formas decentes de vida em sociedade, comportam-se como pequenos tiranetes encharcados em hubris. Todas as semanas os panegíricos de apoio a estas personagens malévolas fazem-se.)

Os valorosos courtiers do jornalismo português dizem presente! Lá estarão sempre dispostos a baixar as calças e fazer um avio a quem estiver do lado de lá do dinheiro, do poder e da influencia.

(Quando sentem o vento a mudar, fingem que são sonsos e imparciais. O sonsismo profissional é uma arte no jornalista português.)

"O jornal exerce todas as funções do defunto Satanás, de quem herdou a ubiquidade; e é não só o pai da mentira, mas o pai da discórdia." Eça de Queiroz- Cartas a Fradique Mendes

“O jornal exerce todas as funções do defunto Satanás, de quem herdou a ubiquidade; e é não só o pai da mentira, mas o pai da discórdia.” Eça de Queiroz- Cartas a Fradique Mendes

Se eventualmente tiverem ocasionais rebates de consciência e podendo decidir redimir-se do que estão a fazer por verificarem que estão a servir uma elite de poder malévola, agressiva e destruidora escolhem não o fazer. Pelo contrário, movem-se entusiasticamente em linha com o que lhes solicitam. Os “membros da elite de poder“ tomarão conta deles…

Quando, no decurso do seu trabalho de disseminação de propaganda, convidam “especialistas” e “profissionais” para entrevistar e ajudar a explicar a complexidade de uma qualquer situação aos cidadãos, escolhem sempre convidar personagens “ dúbias” e intelectualmente desonestas, courtiers de outras áreas.

(Os courtiers de várias áreas reconhecem-se uns aos outros e ajudam-se uns aos outros.)

Marchando em corrupção uníssona, um exército rançoso e fora de prazo apresenta-se ao serviço. Oriundo das mais variadas posições, centenas ou mesmo milhares de courtiers juram juras de verdade.

Toda esta tropa é oriunda dos centros de poder. Dos Think tanks a eles agregados e respectivos proxenetas, dos free loaders da Universidade e quejandos académicos arcaicos e a cheirar a naftalina degradada, dos parasitas da comunicação social da área do comentariado sempre mentiroso, dos ex gestores de grandes empresas e respectivo séquito toda esta fauna  por ai anda, sempre a mesma, sempre oriunda dos mesmos meios sociais e partidos políticos, sempre oriunda das mesmas sociedades secretas e seitas religiosas ou seculares – para “nos explicar a realidade e fazer interpretação da mesma”.

(Agradecemos a imposição, mas recusamos que nos digam que uma parede cor de rosa é verde.
Agradecemos a imposição, mas recusamos que nos digam quais são os termos do debate que podem ser discutidos e quais não são. )

No trabalho designado por “trabalho pratico”, isto é, a investigação jornalística e a produção de noticias estas são apenas transformadas em falsificações e deturpações da realidade.

Comunicados e memorandos com agendas de assuntos pré formatados, mandadas para a imprensa e feitas pelas grandes empresas que tem peso para isso e pela agência Lusa – o cano de esgoto “oficial” da manipulação – de onde jorram todos os dias noticias fabricadas e realidades pseudo alternativas que são sempre as mesmas: obedeçam, façam filhos, comprem nas nossas empresas, gastem muito, votem PSD e CDS, os outros são comunistas, já repararam que há muito crime; se calhar era preciso a pena de morte, afastem-se dos gays e lésbicas e demais minorias excêntricas da sociedade, sejam bons portugueses e vão a Fátima, odeiem muçulmanos e (demais religiões) qualquer seja a fruta do dia a vender-se ou que interesse vender.

"Uma das maiores burlas dos nossos tempos terá sido o prestígio da imprensa. Atrás do jornal, não vemos os escritores, compondo a sós o seu artigo. Vemos as massas que o vão ler e que, por compartilhar dessa ilusão, o repetirão como se fosse o seu próprio oráculo." Joaquim Nabuco

“Uma das maiores burlas dos nossos tempos terá sido o prestígio da imprensa. Atrás do jornal, não vemos os escritores, compondo a sós o seu artigo. Vemos as massas que o vão ler e que, por compartilhar dessa ilusão, o repetirão como se fosse o seu próprio oráculo.” Joaquim Nabuco

Quando os canhões da propaganda se calam, surge o pânico Em Portugal, muitas vezes, nada acontece em termos de noticias.

A solução é encher as crateras noticiosas com novidades ( product placement) acerca de uma qualquer actriz de cinema que vestia “X” da marca “Y” no SPA onde foi fazer Botox, historias de vida, moda saloia e provinciana, futebol, geralmente com os respectivos especialistas que são escolhidos a dedo por nada saberem, e restantes trivialidades relacionadas com crianças e animais.

Os antes gloriosos membros do quarto poder decidiram auto transformar-se em macacos amestrados que saltam ao som da voz do dono. Ou, numa versão ave canora, em papagaios de bico dourado que repetem a propaganda oficial dos milionários e dos membros da elite de poder e dos dois partidos políticos que estes mais controlam, mais as sub propagandas dos diversos grupos de interesse, que gravitam como moscas à volta.

“A newspaper is a device for making the ignorant more ignorant and the crazy crazier.” ― H.L. Mencken

“A newspaper is a device for making the ignorant more ignorant and the crazy crazier.”
― H.L. Mencken

Um dos desportos favoritos das empresas privadas e dos seus donos (que controlam a imprensa “normalizada e caramelizada” que temos), quando estão aborrecidos por falta de estímulos narcisistas ao ego, consiste em decidir contratar jornalistas cujo papel principal e especifico consiste na criação de uma imagem suavizada das elites de poder, para delas fazerem passar uma boa imagem junto da população.

Estes courtiers de vintage especial, tem a tarefa adicional de promover a imagem dos membros das elites de poder como se estes fossem celebridades, estrelas de cinema, pop stars, artistas.

(Contudo, em Portugal este expediente falha bastante, dado que a maior parte das massas nutre um profundo desdém pelas elites e devidamente merecido…)

Estes jornalistas courtiers podem ganhar bastante bem, e frequentam os mesmos lugares da “ high society” que as elites de poder frequentam. Dai por vezes serem também transformados ou auto transformarem-se em spin doctors.

(O spin Doctor é uma mutação derivada da radiação malévola que emana dos membros da elite de poder quando em contacto com os restantes. Projectam essa radiação e os anteriores jornalistas lambe botas courtiers cuja função era a de serem panegiricos humanos dos milionários, transformam-se em criaturas ainda mais desprezíveis que não acreditam em nada, não tem valores, são profundamente amorais.)

"O jornal é uma tenda na qual se vendem ao público as palavras da cor que se deseja." - Honoré de Balzac

“O jornal é uma tenda na qual se vendem ao público as palavras da cor que se deseja.” – Honoré de Balzac

Costumam ser estas formas de mutantes – estes parasitas amorais, os que são convidados regularmente para os círculos de poder.
Geralmente já tem atrás de si um trajecto “profissional” de circulação intensa entre empresas de comunicação social, think thanks comunicacionais de parasitas que estudam aldrabices pseudo arcanas às quais chamam “ciência comunicacional” e não propaganda, gabinetes de imprensa de empresas grandes, empresas de consultadoria “em comunicação” ou relações publicas   (o nome sofisticado para “propaganda” e outras sub formas de “spinismo”) e que em nada acreditam excepto no cheque generoso ou nos favores para a família e amigos, que os milionários lhes remetem, pelos serviços de distorção da verdade, prestados.

A tarefa destas criaturas é distorcer a verdade, omitir a realidade, lançar a confusão, falsificar factos, servir de camuflagem e dar protecção aos seus e aos Overlords.

SIMBOLO IRMANDADE DE NEMESISA Irmandade de Nemésis recusa pactuar e acreditar que” jornalismo” passou a ser isto, e que “ isto” é que é uma imprensa Livre.

Os irmãos estão convencidos que a população merece jornalismo e merece qualidade.

Declaramos ser absolutamente contra estes “produtos”adulterados que nos estão a vender como sendo o artigo genuíno.

Um sociedade séria, democrática e saudável rejeita a manipulação dos meios de comunicação social feita por ” dentro” para subverter os profissionais da área e muitas vezes feita por estes ao serviço de entidades sinistra e não democráticas e feita por “fora” ao serviço de entidades autocráticas e que se escondem nas sombras de ilegitimidade, corrupção, nepotismo e maldade.