Os políticos portugueses tem uma falha na cabeça

Os políticos portugueses tem uma falha na cabeça.

Obviamente, esse é um problema deles e da corrupção ética, moral e económica em que se deixaram enlamear ou quiseram mesmo deixar-se enlamear. Contudo, estes “homens lama” constituem um sério problema para a restante população. Estão a contaminá-la com as doenças que possuem e juntam os defeitos que tem aos defeitos que os comuns membros da população infelizmente previamente tem.

Num mundo ideal, a população deveria recusar-se a ser contaminada pelo lixo imbecil e tóxico que os indignos representantes eleitos por cooptação pré definida pelos interesses das empresas privadas de grande porte, pelos interesses das instituições europeias e mundiais, e pelos interesses das “famílias parasita” que infestam este local, decidem.

Surge a necessidade de um imperativo ético interior. Uma pessoa, um cidadão, um grupo de cidadãos tem que ser duro consigo mesmo e exige uma quarentena. Essa quarentena pessoal deve revestir as características de “auto bloqueio psicológico” feito pela população, no que toca a escutar o falatório inconsequente e profundamente imbecil da politicagem, evitando ser “apanhado”na verborreia cretina dos políticos portugueses.

Dito de outra maneira: deve-se escutar as frases grandiloquentes cheias de verbalismo pitoresco e ridículo misturadas com cobardia cívica e patriótica e com a ignorância gigante acerca de qualquer assunto por parte dos políticos portugueses com um enorme desconforto, uma tremenda desconfiança, uma total rejeição. Deve-se perceber que estas criaturas tem uma falha na cabeça e é uma falha séria. É a origem do lixo retórico absurdo que permeia a população, a condiciona, a engana, a ilude e a faz ainda ficar mais descontrolada e perigosa para si mesmo e para terceiros.

É preciso “filtrar” o discurso político, perceber quem são os cretinos com falhas na cabeça (isto não é muito difícil, dado que são quase todos os membros da classe política portuguesa; por exclusão de partes os saudáveis são poucos…) e contestar vigorosamente (se possível), e interiormente (é sempre possível), para que, quem se dedique a este desporto de procura da razão e da sanidade mental comece a ter auto defesas estabelecidas no terreno da sua própria mente, para evitar cair ou ser atraído para o charlatanismo político cretino desta ralé.

2015-07-21 joker- politicos

Neste ponto deste texto, escutam-se os ecos de gritos histéricos lancinantes dos hipócritas apalhaçados que afirmam defender a democracia portuguesa. Sem desprimor para os palhaços, nobre profissão que anda a ser usurpada pelos hipócritas, surgem sempre nestas alturas, criaturas com aspirações a serem políticos, ou que já são políticos, ou que foram no passado políticos, ou genuínos imbecis e um coro de exclamações indignadas é fornecido. Que horror, mais uma pessoa que escreve um texto a desancar nos políticos; só pode obviamente pertencer a um ” ismo” qualquer (é comum que os horrorizados hipócritas saquem imediatamente do revólver da retórica da “extrema direita e dos perigosos nacionalistas” para resolver o problema mental especifico próprio que tem e que os leva ter problemas cognitivos com textos deste  teor), o que constitui uma tentativa de definir quais “os termos de debate aceitáveis”.

Passa assim a ser aceitável e definido que estas opiniões sejam “arrumadas” na conveniente gaveta do “extremismo nacionalista de extrema direita ou esquerda” e assim os hipócritas podem ir à sua vidinha conveniente.(para eles…)

E assim se evita falar dos problemas verdadeiros.

Segundo os bem pensantes horrorizados hipócritas “é proibido” criticar políticos”. Segundo esta teoria, criticar políticos é anti democrático e como é anti democrático quem o faz é supostamente anti democrata.(Só pode ser…)

Esta habilidade pretende atingir um objectivo. Que a população olhe para os políticos como excepções às quais se deve tolerar tudo e o seu contrário. Que a população passe a considerar normal fechar os olhos à imensa corrupção e ao cheiro que ela deita provinda destes tipos. Que se deve ser “nacional porreiro” em relação a políticos do poder e da oposição (silenciosa) e demais faunas acopladas (assessores, jornalistas, jotinhas de juventudes partidárias e demais doenças do mesmo tipo).

Em resumo: são “entidades semi místicas” quase equiparadas a uma qualquer religião e a população deve ficar muito satisfeita pelo facto de ter que ser forçada a suportar e a conviver com a classe política portuguesa e com os ” overlords” da finança que mandam nos políticos.

Os resultados destas habilidades tem sido “brilhantes”.  A generalidade (de todos os quadrantes) dos políticos portugueses é extremamente estúpida e incompetente a gerir os sítios para onde foram colocados pelos interesses cleptocratas privados e isto já descontando que não estão a gerir em sentido próprio procurando obter retornos financeiros particulares.

upton sinclair citacao

Mas, aventemos a hipótese que possamos ter um político extremamente honesto, que gosta de crianças e de animais, é um dedicado cônjuge e um extremoso pai de família, é simpático e prestável,mas mesmo assim, é um péssimo gestor da coisa pública.

A generalidade das pessoas acha isto muito bem e argumenta que “foi eleito democraticamente”. Como se a democracia servisse para legitimar sem qualquer tipo de critica a eleição de cretinos simpáticos que tomam decisões executivas completamente burras. Nem a democracia nem qualquer outro regime mais totalitário o faz.

Então porque é que esta ” opinião” comummente difundida faz escola? Duas razões.

Os próprios políticos e os respectivos ajudantes de campo (e os seus overlords que os manejam)  veiculam esta “mensagem especial” de isenção em relação aos actos do político.

A população já está suficientemente contaminada com as doenças dos políticos e começa a mimetizar partes do comportamento dos políticos achando que o mau é bom e o bom é mau.

Esta contaminação é uma ameaça séria à vida colectiva. Será avisado olhar para ela e enfrentá-la.

2015-07-22 politicos portugueses - doenca social

Compreende-se melhor toda esta dimensão quando temos o azar na vida de escutar um qualquer cretino eleito. Sempre de fato e gravata para parecer que vale alguma coisa extra, debitam alarvidades sobre tampas de esgoto e orçamentos de estado, sobre o euro ou sobre o comércio externo com a Mongólia, sobre ordens que deram a entidades competentes para irem analisar qualquer problema. (o recorde mundial de “analismo político” é regularmente batido em Portugal; todos os políticos portugueses “analisam problemas” e nunca os resolvem…apenas resolvem os interesses das cleptocracias privadas e dos plutocratas nacionais…)

Após extensivas análises e nenhumas decisões que façam qualquer sentido para a população, ou caso existam algumas decisões, estas são imbecis e tardias, os políticos portugueses debitam o Santo graal da opinião estúpida (deles). (Depois dos Overlords da finança lhes terem dado autorização para falarem…)

“O cidadão tem que entender que temos limitações e não podemos resolver todos os problemas ao mesmo tempo.”

Limitações.

Esta palavra derivada do pensamento mágico político português é um achado na boca do políticos portugueses.

Nós, população, temos poucas limitações quando comparados com a classe política. Os políticos portugueses tem muitas limitações e como são limitados querem enfiar pela garganta abaixo da população a ideia de que é esta população é que é limitada.

Temos limitações? Deveras?

Político trapezista alpinista social que andaste a lamber as botas do superior hierárquico do partido político onde estás; torna-te um homem/mulher e demite–te.

Passas os dias a pedinchar favores às corporações para arranjares sinecuras privadas corporativas, para quando deixares de ser político profissional no activo e ainda nos queres contaminar com as tuas ” limitações”?

As limitações são tuas. Não são nossas.

Declinamos a oferta que só poderíamos recusar. Já temos doenças sociais que cheguem; não queremos mais.

A irmandade de Némesis recusa.

Recusamos dar confiança a tipos que tem falhas na cabeça.

E corrupção no coração.

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