O Jornalismo português e as elites – a subserviência dos jornalistas.

JORNALISMO CORPORATIVO - ESCREVEM O QUE LHES DIZEMAs elites de poder gostam imenso do jornalismo que lhes faz favores.

As elites de poder gostam imenso de corromper jornalistas, para que estes lhes façam favores.

Os jornalistas, na sua grande maioria, gostam imenso de ser corruptos e de fazer favores.

Chegamos ao universo do jornalista courtier. Na pirâmide de poder, estes são uma classe intermédia, que, com o decorrer dos anos, se tornaram fiéis ajudantes e defensores dos interesses da elite de poder.

São os lacaios de luxo, mantidos por conta.

Esta é uma plataforma de poder e de influência onde as sobras familiares endogâmicas da elite de poder começam também a serem colocados, como “agentes seguros e de confiança”, com o “pedigree” adequado à execução das inferiores funções da manipulação e disseminação de contra informação social, política e económica, visando defender os interesses ilegítimos e ilegais das elites.

Uma aliança maléfica de interesses e busca pelo poder para, “ajudar os “seus”, afastar todos os outros, corromper os que restarem.

Esta quadrilha, como bons (no mau sentido da palavra) courtiers, suportam e incentivam a mentalidade de rebanho na população.(Sejamos justos aqui; a população também os ajuda com as suas omissões, falta de dignidade e condescendência generalizada para com o “mal” e a sua implementação na sociedade como o “padrão”…)

Os “lacaios de luxo, mantidos por conta” comportam-se sempre como um rebanho obediente e vazio de ideias que se transmuta numa matilha, quando se trata de atacar quem sentem não ter poder, dinheiro ou conhecimentos para retaliar. Ou quem já teve poder e deixou de ter, e ai, aproveita-se para fingir “ força e independência” jornalística e lava-se a face perante a população.

Quando não estão ocupados a atacar quem não se pode defender, revertem para  posição original de onde partiram: transformam-se nas claques de apoio, “ cheerleaders” dos interesses da elite de poder.

São os cães de guarda, a elite pretoriana das letras e comunicação da elite de poder; o esquadrão de propaganda. Os aparatchiks literários da disseminação da propaganda.

Gosta de ser manipulado pelo jornalismo Português?

Gosta de ser manipulado pelo jornalismo Português?

Sempre de forma acrítica e com cegueira cognitiva, sem qualquer tipo de questionamento, dizem ao que vem: o elogio da ideia do “capitalismo das grandes empresas” como sendo isso a “democracia”. Se somos todos consumidores, a democracia está assegurada, então para quê sermos cidadãos?

Os que veiculam este pensamento são os facilitadores da traição.

(Neste aspecto, em Portugal é patético, hilariante e um asco, observar a forma como os responsáveis dos assuntos de economia das principais empresas de comunicação social se esforçam por produzir um discurso que agrade aos responsáveis das grandes empresas do país, na esperança de virem a ser por estas convidados para uma sinecura corporativa privada.)

De forma autista e arrogante promovem a mitologia da democracia portuguesa consolidada e (falsamente) justa, promovem o mantra “vivemos numa democracia” com “liberdade de imprensa” quando a realidade é bem diferente e estas pessoas sabem-no.

Sabem-no e demitem-se de fazer algo, são cúmplices da traição social que estão a ajudar perpetrar e apenas vão com a maré…

(O jornalismo português apenas existe para querer agradar ao “patrão”. Como tal apoia ostensivamente dois dos partidos políticos do pais – o PSD e o CDS – e ataca todos os outros também ostensivamente. Uma clique de comissários políticos travestidos de jornalistas junta-se em matilha para defender os seus interesses pessoais e os corporizados nestes partidos e nas sombras que os apoiam e manipulam; temos a “kakistocracia” das quadrilhas de minorias totalitárias que subvertem o sistema democrático”, mas organizadas como milícias de propaganda.)

O jornalismo português apoia e defende a substituição do voto pelo dinheiro.

O jornalismo português é uma miserável peça da engrenagem que tenta ajudar a corromper mais do que já está, um sistema político que deveria ser democrático.)

O jornalismo português presta sempre deferência na forma de lisonja e lambe botismo” aos “pseudo” grandes lideres da economia, os famosos capitães da industria, da banca, dos serviços, das inaugurações de monumentos míticos feitos em palavras de jornal, rádio, televisão aos próprios.

(Os crimes económicos destas pessoas passam impunes e são lavados pelas maquinas de propaganda da comunicação social portuguesa. Estas pessoas e as suas empresas recusam pagar impostos em Portugal, apesar de obterem enormes rendimentos aqui, estas pessoas hostilizam todas as formas decentes de vida em sociedade, comportam-se como pequenos tiranetes encharcados em hubris. Todas as semanas os panegíricos de apoio a estas personagens malévolas fazem-se.)

Os valorosos courtiers do jornalismo português dizem presente! Lá estarão sempre dispostos a baixar as calças e fazer um avio a quem estiver do lado de lá do dinheiro, do poder e da influencia.

(Quando sentem o vento a mudar, fingem que são sonsos e imparciais. O sonsismo profissional é uma arte no jornalista português.)

"O jornal exerce todas as funções do defunto Satanás, de quem herdou a ubiquidade; e é não só o pai da mentira, mas o pai da discórdia." Eça de Queiroz- Cartas a Fradique Mendes

“O jornal exerce todas as funções do defunto Satanás, de quem herdou a ubiquidade; e é não só o pai da mentira, mas o pai da discórdia.” Eça de Queiroz- Cartas a Fradique Mendes

Se eventualmente tiverem ocasionais rebates de consciência e podendo decidir redimir-se do que estão a fazer por verificarem que estão a servir uma elite de poder malévola, agressiva e destruidora escolhem não o fazer. Pelo contrário, movem-se entusiasticamente em linha com o que lhes solicitam. Os “membros da elite de poder“ tomarão conta deles…

Quando, no decurso do seu trabalho de disseminação de propaganda, convidam “especialistas” e “profissionais” para entrevistar e ajudar a explicar a complexidade de uma qualquer situação aos cidadãos, escolhem sempre convidar personagens “ dúbias” e intelectualmente desonestas, courtiers de outras áreas.

(Os courtiers de várias áreas reconhecem-se uns aos outros e ajudam-se uns aos outros.)

Marchando em corrupção uníssona, um exército rançoso e fora de prazo apresenta-se ao serviço. Oriundo das mais variadas posições, centenas ou mesmo milhares de courtiers juram juras de verdade.

Toda esta tropa é oriunda dos centros de poder. Dos Think tanks a eles agregados e respectivos proxenetas, dos free loaders da Universidade e quejandos académicos arcaicos e a cheirar a naftalina degradada, dos parasitas da comunicação social da área do comentariado sempre mentiroso, dos ex gestores de grandes empresas e respectivo séquito toda esta fauna  por ai anda, sempre a mesma, sempre oriunda dos mesmos meios sociais e partidos políticos, sempre oriunda das mesmas sociedades secretas e seitas religiosas ou seculares – para “nos explicar a realidade e fazer interpretação da mesma”.

(Agradecemos a imposição, mas recusamos que nos digam que uma parede cor de rosa é verde.
Agradecemos a imposição, mas recusamos que nos digam quais são os termos do debate que podem ser discutidos e quais não são. )

No trabalho designado por “trabalho pratico”, isto é, a investigação jornalística e a produção de noticias estas são apenas transformadas em falsificações e deturpações da realidade.

Comunicados e memorandos com agendas de assuntos pré formatados, mandadas para a imprensa e feitas pelas grandes empresas que tem peso para isso e pela agência Lusa – o cano de esgoto “oficial” da manipulação – de onde jorram todos os dias noticias fabricadas e realidades pseudo alternativas que são sempre as mesmas: obedeçam, façam filhos, comprem nas nossas empresas, gastem muito, votem PSD e CDS, os outros são comunistas, já repararam que há muito crime; se calhar era preciso a pena de morte, afastem-se dos gays e lésbicas e demais minorias excêntricas da sociedade, sejam bons portugueses e vão a Fátima, odeiem muçulmanos e (demais religiões) qualquer seja a fruta do dia a vender-se ou que interesse vender.

"Uma das maiores burlas dos nossos tempos terá sido o prestígio da imprensa. Atrás do jornal, não vemos os escritores, compondo a sós o seu artigo. Vemos as massas que o vão ler e que, por compartilhar dessa ilusão, o repetirão como se fosse o seu próprio oráculo." Joaquim Nabuco

“Uma das maiores burlas dos nossos tempos terá sido o prestígio da imprensa. Atrás do jornal, não vemos os escritores, compondo a sós o seu artigo. Vemos as massas que o vão ler e que, por compartilhar dessa ilusão, o repetirão como se fosse o seu próprio oráculo.” Joaquim Nabuco

Quando os canhões da propaganda se calam, surge o pânico Em Portugal, muitas vezes, nada acontece em termos de noticias.

A solução é encher as crateras noticiosas com novidades ( product placement) acerca de uma qualquer actriz de cinema que vestia “X” da marca “Y” no SPA onde foi fazer Botox, historias de vida, moda saloia e provinciana, futebol, geralmente com os respectivos especialistas que são escolhidos a dedo por nada saberem, e restantes trivialidades relacionadas com crianças e animais.

Os antes gloriosos membros do quarto poder decidiram auto transformar-se em macacos amestrados que saltam ao som da voz do dono. Ou, numa versão ave canora, em papagaios de bico dourado que repetem a propaganda oficial dos milionários e dos membros da elite de poder e dos dois partidos políticos que estes mais controlam, mais as sub propagandas dos diversos grupos de interesse, que gravitam como moscas à volta.

“A newspaper is a device for making the ignorant more ignorant and the crazy crazier.” ― H.L. Mencken

“A newspaper is a device for making the ignorant more ignorant and the crazy crazier.”
― H.L. Mencken

Um dos desportos favoritos das empresas privadas e dos seus donos (que controlam a imprensa “normalizada e caramelizada” que temos), quando estão aborrecidos por falta de estímulos narcisistas ao ego, consiste em decidir contratar jornalistas cujo papel principal e especifico consiste na criação de uma imagem suavizada das elites de poder, para delas fazerem passar uma boa imagem junto da população.

Estes courtiers de vintage especial, tem a tarefa adicional de promover a imagem dos membros das elites de poder como se estes fossem celebridades, estrelas de cinema, pop stars, artistas.

(Contudo, em Portugal este expediente falha bastante, dado que a maior parte das massas nutre um profundo desdém pelas elites e devidamente merecido…)

Estes jornalistas courtiers podem ganhar bastante bem, e frequentam os mesmos lugares da “ high society” que as elites de poder frequentam. Dai por vezes serem também transformados ou auto transformarem-se em spin doctors.

(O spin Doctor é uma mutação derivada da radiação malévola que emana dos membros da elite de poder quando em contacto com os restantes. Projectam essa radiação e os anteriores jornalistas lambe botas courtiers cuja função era a de serem panegiricos humanos dos milionários, transformam-se em criaturas ainda mais desprezíveis que não acreditam em nada, não tem valores, são profundamente amorais.)

"O jornal é uma tenda na qual se vendem ao público as palavras da cor que se deseja." - Honoré de Balzac

“O jornal é uma tenda na qual se vendem ao público as palavras da cor que se deseja.” – Honoré de Balzac

Costumam ser estas formas de mutantes – estes parasitas amorais, os que são convidados regularmente para os círculos de poder.
Geralmente já tem atrás de si um trajecto “profissional” de circulação intensa entre empresas de comunicação social, think thanks comunicacionais de parasitas que estudam aldrabices pseudo arcanas às quais chamam “ciência comunicacional” e não propaganda, gabinetes de imprensa de empresas grandes, empresas de consultadoria “em comunicação” ou relações publicas   (o nome sofisticado para “propaganda” e outras sub formas de “spinismo”) e que em nada acreditam excepto no cheque generoso ou nos favores para a família e amigos, que os milionários lhes remetem, pelos serviços de distorção da verdade, prestados.

A tarefa destas criaturas é distorcer a verdade, omitir a realidade, lançar a confusão, falsificar factos, servir de camuflagem e dar protecção aos seus e aos Overlords.

SIMBOLO IRMANDADE DE NEMESISA Irmandade de Nemésis recusa pactuar e acreditar que” jornalismo” passou a ser isto, e que “ isto” é que é uma imprensa Livre.

Os irmãos estão convencidos que a população merece jornalismo e merece qualidade.

Declaramos ser absolutamente contra estes “produtos”adulterados que nos estão a vender como sendo o artigo genuíno.

Um sociedade séria, democrática e saudável rejeita a manipulação dos meios de comunicação social feita por ” dentro” para subverter os profissionais da área e muitas vezes feita por estes ao serviço de entidades sinistra e não democráticas e feita por “fora” ao serviço de entidades autocráticas e que se escondem nas sombras de ilegitimidade, corrupção, nepotismo e maldade.

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3 thoughts on “O Jornalismo português e as elites – a subserviência dos jornalistas.

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