A elite de poder como cancro que promove a corrupção ética

A elite de poder portuguesa criou e organizou um sistema político, social, económico e psicológico aberrante.

Séculos desta aberração caótica tem sido enfiados pelas gargantas dos portugueses, usando para isso os mais variados regimes políticos e sociais.

Todos tem falhado.

Clamorosamente e com estrondo.

Ao longo desta linha temporal civilizacional aberrante existem, pelo menos, duas coisas aberrantes e constantes.

Uma, as falhas sistemáticas e repetitivas de todos os modelos que tem sido experimentados, com os constantes ressaltos em termos de humilhação e degradação (custos psicológicos e monetários destas falhas que são sempre enviados para a população pagar), sendo as falhas constantes destes modelos devidamente e corruptamente apoiadas pelos atores económicos e sociais presentes no terreno.(a culpa própria destes é sempre desvalorizada ou convenientemente esquecida)

Outra, a omnipresença dentro do sistema social, económico, político e psicológico português de uma ” elite de poder”, parasita, decadente, maldosa, arrogante, incapaz,  perigosa para si própria e para a população e que criou um sistema em que se auto transforma em inimputável perante terceiros (a população).

CORRUPÇÃO POLÍTICA EM GERAL

Este sistema, apesar de profundamente corrompido e absurdo, tem objectivos.

Um dos principais consiste em fazer jorrar de forma ininterrupta, para os membros da elite de poder, e respectivos associados e famílias, beneficios ilegítimos e amorais e amplificar a partir dessa base, o enorme poder que já possuem.

Contudo, nos tempos actuais, entre as duas ultimas décadas do século 20 e o principio do século 21, a ” elite de poder” entrou em depressão psicológica. Sentia-se profundamente oprimida e injustiçada com o grau de beneficios ilegítimos e amorais de que se apropriou indevidamente e amoralmente.

Acha pouco.

Decidiu aperfeiçoar o processo.

elite de poder em confabulação

Simpósio cultural do século passado onde foi decidido pela elite de poder concessionar aos serventuários a tarefa de corromper mais ainda a população – imagens inclusivas Enclave

Chocada e profundamente emocionada por descobrir que ” as massas” estão a agitar-se e recusam perceber qual a razão de ser que justifique serem atribuídos beneficios ilegítimos e amorais à “elite de poder”, decidiu mostrar de forma mais abrangente a sua reacção ao problema.

Passaria a ser considerado necessário que as massas ignaras e mal agradecidas “olhassem” para a realidade com as mesmas lentes que a ” elite de poder”.

Para executar de forma plena, esta javardice social, económica, política e moral; concessiona à pequena legião de serventuários corruptos e amorais que a servem, uma missão a cumprir.

Subverter.

Os pulhas contratados deveriam, por todas a formas possíveis, procurar induzir na restante população, ignara e mal agradecida, os próprios vícios que a ” elite de poder” tem ( para as massas passará a ser vendida corrupção Low-Tech… e em ambientes controlados…)

Os serventuários rastejantes e degradados, procurando agradar aos amos e senhores, (para serem pagos em corrupção de média qualidade, futuramente…) tem trabalhado com denodo e afinco.

SERVILISMO - PÉS

As cortinas tem sido abertas e entra a corrupção ética, moral, pessoal, entra o suborno social e pessoal, a omissão, a mentira, o logro, a decepção, entra o cinismo e a hipocrisia, a crueldade social, a destruição da capacidade critica, a destruição da dignidade, a humilhação como forma de comportamento das pessoas umas para com as outras, a hierarquização artificial de comportamentos na sociedade e no mundo do trabalho, entre muitas outras características detestáveis que a elite de poder mandou impor.

Os estragos observam-se, quer na forma material, quer simbolicamente.

O axioma é simples: se a “elite de poder” é profundamente corrupta, em todas as dimensões, então as massas ignaras devem se-lo tambem.

servilismo - TerencioPara a “elite de poder” o seu próprio comportamento é que é o ” comportamento brilhante e civilizado”. A porcaria que emana da ” elite de poder” é sempre considerada estrume de alta qualidade e baixo cheiro.

A arrogância e o orgulho desproporcional desta ” elite de poder” faz o resto: é necessário despejar para cima da população o seu próprio comportamento devidamente publicitado e vendido como ” modelo a seguir”

Se a população recusar ou não perceber, ou se aceitar, mas for incompetente a mimetizar o comportamento da elite de poder, há que aumentar o condicionamento para a fazer aceitar, quer queira quer não queira.

É o momento “marxista igualitário” da “elite de poder”.

Disseminar em todos os estratos da sociedade a corrupção ética (entre outras formas) mas, nas classes consideradas mais baixas a corrupção será sempre mais nivelada por baixo e tenderá sempre a servir os propósitos totalitários e os esquemas mentais da “elite de poder”.(para as classes mais altas em termos financeiros, fica guardada a corrupção de idêntico baixo nível ético, mas altos proveitos financeiros e maximização de poder…)

A elite de poder gosta do Facebook. Muitos dos serventuários (Minions) corrompem aqui.

A elite de poder gosta do Facebook. Muitos dos serventuários (Minions) corrompem aqui.

Os sequazes ao serviço da elite de poder, regra geral começam pela incitação social, coberta ou declarada, … das novas ” boas novas a serem seguidas…

Após incitamento conseguido, promove-se activamente condições subjectivas e objectivas para que estes segmentos de população (a maioria das pessoas) produza e viva (dentro de…) corrupção ética de baixa qualidade especificamente criada e incentivada para ser disseminada por esse tipo de população.

Estas técnicas subversivas e destrutivas de recursos físicos, materiais e éticos foram intensificadas e atacam a população, a sua dignidade e os seus princípios.

Incentivam a que a população ignore ou seja insensível á existência e propagação de maldade social. Que isto passe a ser um “adquirido” da comunidade tal como os frigoríficos ou os telefones. Que tudo seja a mesma coisa…

Da aceitação da maldade social e económica, como um bem a preservar, a defender, a usar por todos.

Esta indução de degradação nas classes sociais consideradas “mais baixas” visa assegurar à “elite de poder” totais beneficios para si própria e para os associados, família e serventuários, bem como promove a não existência de revoltas éticas na população.

As classes consideradas ” baixas ” estão ocupadas, demasiado ocupadas a serem convencidas a auto corromperem-se e a lutarem dentro de si, por nada.

Corrompem para manchar a população e pré condiciona-la. ( Verdade seja dita, que muita da população também se presta a esta figura ou nem percebe..)

CORRUPÇÃO - LADISLAU DOWBORO logro é obvio.

Se “somos todos corruptos”, a legitimidade de quem não o quer ser ou não o procura ser é minada.

A legitimidade de quem não o quer ser ou não o procura ser, mas é-o em pequeno grau (por coacção social, politica, económica, legal contra si exercida.. por incapacidade de lutar contra ) surge assim manchada.

Assim se procedeu a uma politica de institucionalização ” extra oficial” da corrupção, da quebra ética, do ataque a princípios democráticos e humanistas.

Qual é mesmo o preço que estamos dispostos a pagar, enquanto comunidade, por deixarmos as coisas estarem como estão ou eventualmente piorarem?

Estamos mesmo na disposição de viver dentro de medo constante, por causa dos movimentos hostis e parasitas de uma elite de poder como esta?

Toleramos estas aberrações que nos foram enviadas e se fazem passar por uma elite de poder que nada mais fazem que destruir recursos?

O Enclave diz não.

A Irmandade de Némesis diz não.

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